segunda-feira, 25 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
Fitoterápicos...
Esta matéria foi publicada hoje, na Folha de SP.
No fim, meus comentários!
Anvisa propõe nova regra para fitoterápicos
Vigilância Sanitária quer flexibilizar exigências de testes em medicamentos 'tradicionais', facilitando o registro
Rigor com estudos está tirando remédios antigos do mercado; discussões sobre o tema começam nesta semana
Tanchagem, chapéu-de-couro, laranja-amarga, erva-de-bugre, macela, chambá.
Muito usadas pelos avós, essas e outras substâncias, transformadas em medicamentos fitoterápicos, devem ganhar novas regras de comercialização para ter mais espaço nas prateleiras.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) discute nesta semana a flexibilização da regra em vigor e ainda a criação de uma nova categoria de medicamentos: a do "produto tradicional fitoterápico".
O assunto ainda precisará passar necessariamente por consulta pública.
Com funções de expectorante, anti-inflamatório, diurético e tantas outras, os fitoterápicos têm princípios ativos derivados exclusivamente de plantas medicinais.
Nos medicamentos "comuns", em geral pode haver também componentes sintéticos e biológicos.
Nos últimos anos, houve queda no número de fabricantes dessas substâncias -de 119 em 2008 para 78 em 2011- e no total de produtos no mercado -de 512 em 2008 para 384 três anos depois.
A diminuição vem acontecendo porque muitos dos medicamentos conseguiram seus registros em uma época em que não eram necessários estudos de comprovação.
Quando esses registros expiram, os fabricantes acabam não conseguindo renová-los, e o remédio sai do mercado.
Foi o caso da funchicórea, remédio usado para cólicas em bebês há 72 anos, cujo registro foi cancelado pela Anvisa em 2012.
Hoje, muitos fitoterápicos tradicionais, como o baseado na erva-de-bugre, entram na classe dos medicamentos.
Isso significa que essas drogas só têm sua comercialização autorizada após a apresentação de estudos clínicos e de dados científicos que comprovem a sua eficácia e segurança.
FLEXIBILIZAÇÃO
A ideia da Anvisa é flexibilizar essa cobrança e liberar produtos que comprovem a segurança pelo uso tradicional registrado em artigos e livros -desde que os fabricantes cumpram as regras de higiene atualmente exigidas.
Seguindo regras adotadas por outros países, como a Alemanha, a medida deve ter mais impacto em produtos para sintomas de baixa gravidade, como cólicas e prisão de ventre.
'Já existia a abertura para reconhecer a tradicionalidade do uso, mas era insuficiente para garantir que os produtos ficassem no mercado. A área técnica exigia estudos que muitas vezes não estão disponíveis, e o registro ou sua renovação era negado", explica Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa.
Barbano afirma que há consenso entre os diretores da Anvisa sobre a necessidade de aproveitar mais o conhecimento tradicional.
"Vivemos num país com biodiversidade e tradicionalidade grandes que acabam sem reconhecimento."
Apesar da queda nos registros, o setor vê aquecimento no mercado nos últimos anos no país, chegando a valores próximos de U$ 550 milhões em 2010.
As regras para registro e as exigências de produção para a nova categoria ainda não foram definidas. Já existe, porém, uma lista de substâncias preparada pela Anvisa que servirá de referência o "formulário de Fitoterápicos, Farmacopeia Brasileira".
A proposta é que substâncias que estão na lista não precisem comprovar a existência do uso tradicional.
E as que estão fora dela -caso dos componentes da funchicórea, hoje vetada- tenham que fazer a comprovação para serem liberadas.
MIGRAÇÃO
A atual regulamentação do setor é diferente da de países europeus e fez com que muitas empresas fechassem ou migrassem para o ramo de cosméticos, argumenta Henrique Tada, diretor-técnico-executivo da Alanac (Associação dos Laboratórios Farmacêuticos Nacionais).
"No Rio Grande do Sul, que tinha um polo grande de fitoterápicos, 80% das empresas fecharam pelo grau dessa regulamentação".
Já Raymundo Paraná, hepatologista e professor da Universidade Federal da Bahia, faz críticas à redução de exigências sobre os medicamentos fitoterápicos.
Segundo ele, independentemente de serem mais "naturais" do que os medicamentos tradicionais, os remédios derivados de plantas medicinais podem ser tóxicos e causar danos ao fígado, assim como qualquer droga comum.
Por isso, precisariam de uma regulamentação tão rígida quanto.
"Toda e qualquer medicação, não importa se é fitoterápico ou contra sintomas, tem que ter comprovação científica em estudos avançados. Sem isso, não podemos assegurar a eficiência e, sobretudo, a segurança."
Meus Comentários
Esta matéria me preocupa.... Aqui surge uma antiga polêmica: será que só por ser erva, por ser natural não faz mal?
Por que não será mais necessário comprovação científica?
Acho importante que todos os assuntos relacionados a saúde necessitem de estudos, se hoje, sendo necessário os registro, a auto medicação é um problema, imagina neste caso!
gostaria muito de compartilhar estas questões com os colegas da área da saúde!!!
Abraço
Viviane
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Hospital Israelita Albert Einstein lança aplicativo para facilitar o dia a dia dos médicos
Em 2012, estima-se que 250 milhões de pessoas baixaram pelo menos um aplicativo relacionado à saúde. Os smartphones já são 5,8% de todos os celulares - 19 milhões de aparelhos – os tablets já alcançam um milhão e meio no País.
Com estes números expressivos e o advento dos aparelhos somado as funcionalidades dos aplicativos, o Hospital Israelita Albert Einstein decidiu investir na facilidade da mobilidade para aprimorar ainda mais os serviços prestados aos seus médicos e pacientes.
O app Einstein Mobile, lançado oficialmente no dia 04/02, permite acesso rápido e fácil aos serviços médico-hospitalares: disponibilizando recursos como acesso aos prontuários dos pacientes, exames laboratoriais e de imagens, acompanhamento da lista de pacientes internados com o local de internação de cada um deles.
Assista ao vídeo de apresentação do aplicativo e conheça suas funcionalidades.
Mais uma inovação para aproximar médicos e pacientes através do bom uso da tecnologia!
Abraço
Viviane
sábado, 23 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Site oficial - WHO (World Health Statistics)
Site que vale a pena acompanhar.
Várias publicações com estatísticas importantes.
Vale a pena conferir sobre a crescente das doenças não transmissíveis, em especial DIABETES.
http://who.int/gho/publications/world_health_statistics/2012/en/index.html
Neste link acima, você encontra a publicação na íntegra em três versões: inglês, espanhol e francês.
Boa leitura!
Abraço
Viviane
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Novo Guideline para Diabetes tipo 2 - crianças e adolescentes
Leitura importante: Novo Guideline para Diabetes tipo 2 publicado pela Academia Americana de Pediatria.
Antes, quando tínhamos crianças ou adolescentes diabéticos, estes eram do tipo 1, onde o uso de insulina se faz necessária. Atualmente, este quadro é diferente. A crescente prevalência da obesidade observada nas últimas décadas, têm levado o aumento das pesquisa também desta população, e não apenas o diabetes em adultos.
Este guia é importante para definir o atendimento médico para esta faixa etária.
Conhecemos que a abordagem nutricional é bem diferente em cada faixa etária.
Boa leitura.
http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2013/01/23/peds.2012-3494
Kenneth C. Copeland et al. Management of Newly Diagnosed Type 2 Diabetes Mellitus (T2DM) in Children and Adolescents". Pediatrics, January 28, 2013
Abraço
Viviane
Antes, quando tínhamos crianças ou adolescentes diabéticos, estes eram do tipo 1, onde o uso de insulina se faz necessária. Atualmente, este quadro é diferente. A crescente prevalência da obesidade observada nas últimas décadas, têm levado o aumento das pesquisa também desta população, e não apenas o diabetes em adultos.
Este guia é importante para definir o atendimento médico para esta faixa etária.
Conhecemos que a abordagem nutricional é bem diferente em cada faixa etária.
Boa leitura.
http://pediatrics.aappublications.org/content/early/2013/01/23/peds.2012-3494
Kenneth C. Copeland et al. Management of Newly Diagnosed Type 2 Diabetes Mellitus (T2DM) in Children and Adolescents". Pediatrics, January 28, 2013
Abraço
Viviane
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Doença de Crohn
Segue link para leitura do Guia Completo - Doença de Crohn 2012
http://guidance.nice.org.uk/CG152/Guidance
Obrigada pela contribuição: Nutricionista Claudia Akiko
Abraço e boa leitura
Viviane
http://guidance.nice.org.uk/CG152/Guidance
Obrigada pela contribuição: Nutricionista Claudia Akiko
Abraço e boa leitura
Viviane
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Lista de Substâncias Proibidas_ WADA Atualização 2013
A lista de 2013 de Substâncias e Métodos Proibidos já está disponível e pode ser encontrado para download no site WADA (World Anti-Doping Program, em português Programa Mundial de Anti-Doping).
http://www.wada-ama.org/en/World-Anti-Doping-Program/Sports-and-Anti-Doping-Organizations/International-Standards/Prohibited-List/
A lista de 2013 é válido a partir de 01 de janeiro de 2013 e está disponível em Inglês, Francês, espanhol, norueguês e japonês.
Vale a pena explorar o site.
Boa leitura!
Abraço
Viviane
Marcadores:
agentes anabólicos,
anti doping,
atletas,
diuréticos,
esporte competitivo,
hormônios,
manipulação esportiva,
métodos proibidos no esporte,
substâncias proibidas,
wada
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Diabetes tipo 1
Matéria publicada no site da Sociedade Brasileira de Diabetes
Link: http://www.diabetes.org.br/colunistas-da-sbd/diabetes-tipo-1/2294-qregional-differences-in-clinical-care-among-patients-with-type-1-diabetes-in-brazil-brazilian-type-1-diabetes-study-groupq
"Regional differences in clinical care among patients with type 1 diabetes in Brazil: Brazilian Type 1 Diabetes Study Group"
- Ter, 15 de Janeiro de 2013 10:42
- Dra. Marília de Brito Gomes, PhD (Editor-in-Chief DMS Journal)
Prof. Associada - Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
- On Behalf of the Brazilian Type 1 Diabetes Study Group (BrazDiab1SG) *
O objetivo do presente estudo transversal e multicêntrico, realizado entre dezembro de 2008 a dezembro de 2010, em 28 clínicas públicas de atenção secundária e terciária em 20 cidades brasileiras de quatro regiões geográficas (norte / nordeste, centro-oeste, sudeste e sul) foi determinar as características de cuidados clínicos oferecidos aos pacientes com diabetes tipo 1 (DM1) nas regiões geográficas do Brasil, incluindo o controle glicêmico, a prevalência de fatores de risco cardiovascular (CV), o rastreamento de complicações crônicas e a freqüência com que as metas de tratamento recomendadas pela Associação Americana de Diabetes foram atingidas. Foram obtidos dados de 3.591 pacientes (56,0% mulheres e 57,1% caucasianos) com idade de 21,2 ± 11,7 anos, com uma duração da doença de 9,6 ± 8,1 anos (<1 a 50 anos). No geral, 570 (18,4%) pacientes apresentaram níveis de HbA1c <7,0%, e 1472 (47,5%) pacientes apresentaram níveis de HbA1c ≥ 9%. Os níveis de HbA1c foram associados com baixa condição socioeconômica, sexo feminino, idade e freqüência diária de automonitorização de glicose no sangue (SMBG), mas não com o tipo de tratamento e região geográfica. A hipertensão arterial foi mais freqüente nas regiões Centro-Oeste (32%) e Norte / Nordeste (25%) do que no Sudeste (19%) e Sul (17%). Mais pacientes da região sudeste alcançaram as metas de colesterol LDL e eram tratados com estatinas. Menos pacientes do norte / nordeste e centro-oeste foram rastreados para a presença de retinopatia e nefropatia, em comparação com pacientes das regiões sul e sudeste. Mais pacientes das regiões sul/ sudeste eram tratados com esquemas de insulinoterapia intensiva do que os pacientes do norte /nordeste e centro-oeste. A terapia de combinação de insulina mais comum foi de insulina de ação intermediária com insulina humana regular, principalmente na região norte / nordeste . A combinação de insulina glargina com lispro e glulisina foi mais usada na região centro-oeste.Os pacientes da região norte / nordeste eram mais jovens, não-brancos, de baixa condição socioeconômica, utilizavam menos o sistema de infusão contínua de insulina subcutânea, realizavam menos SMBG e apresentavam menos sobrepeso / obesidade, em comparação com pacientes de outras regiões. Os autores concluíram que a maioria dos pacientes, principalmente no norte / nordeste e centro-oeste, não estava nas metas de controle metabólico e não foram rastreados para as complicações crônicas relacionadas ao diabetes. Estes resultados devem orientar as decisões político governamentais de saúde, específicas para cada região geográfica, para melhorar o cuidado ao diabético e diminuir o impacto negativo do diabetes sobre o sistema de saúde pública.
Este é o maior estudo envolvendo todas as regiões do país sobre as características demográficas, clínicas, o tratamento do diabetes e a avaliação do controle metabólico do paciente com DM1 no Brasil. As diferenças regionais foram marcantes e podem auxiliar a implementação de intervenções específicas para cada região do país. A baixa condição socioeconômica se configurou como uma importante barreira para obtenção do controle glicêmico adequado. Possivelmente, deveremos ter abordagens educacionais diferentes para os pacientes. Da mesma forma a complexidade do tratamento também deve ser avaliada de acordo com cada paciente considerando-se suas dificuldades e nível educacional (incluindo seus familiares). Um dado relevante foi a observação que 31% dos pacientes não apresentavam o IMC adequado. Este dado foi observado em todas as regiões do país.Os autores discutem as limitações do estudo de maneira adequada e um dado importante foi a dificuldade de obtenção de dados da população rural e de pacientes atendidos em nível de atenção primária. Outro dado importante que não muda em nosso país é a dificuldade de padronização da HbA1c, que também foi um fator limitante do estudo.Mensagens chave:
1.O paciente com DM1 no Brasil não apresenta um controle clínico e metabólico adequado.
2.A triagem das complicações crônicas não esta de acordo com as diretrizes da SBD.
3.O controle do IMC destes pacientes merece nossa atenção.
4.As diferenças regionais observadas na maioria dos dados clínicos , laboratoriais e de tratamento deve ser intensivamente abordada.
5. O cuidado clínico dos pacientes com DM1 deve ser substancialmente melhorado no nosso país.*Marília de Brito Gomes - Professora Associada da UERJ
*Roberta Arnoldi Cobas - Professora Adjunta da UERJ
*Alessandra Saldanha de Mattos Matheus - Médica do Serviço de Diabetes-UERJ
*Lucianne Righeti Monteiro Tannus - Médica do Serviço de Diabetes – UERJ*Brazilian Type 1 Diabetes Study Group (BrazDiab1SG)
Comissão organizadora: Marilia Brito Gomes (chair), Roberta Cobas, Sergio Atala Dib, Carlos NegratoMeus comentáriosAcho que o que foi escrito no item: Mensagens chave, já diz tudo!Mostra a importância do serviço de saúde, da equipe que acompanha estes pacientes deve ter durante o tratamento, com o objetivo de melhora sempre!!! Nos mostra, como devemos buscar qualidade no serviço! Buscar excelência sempre, através do completo conhecimento do perfil destes pacientes.AbraçoViviane
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Informação Importante - ANVISA
Informação Importante
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta segunda-feira (7/1), no Diário Oficial da União (DOU), suspensões e interdições cautelares de produtos com irregularidades.
A interdição cautelar é uma medida válida por 90 dias após a publicação no DOU. Durante esse tempo, os lotes interditados não podem ser comercializados e nem consumidos. Este é o prazo para que possam ser feitas contraprovas nas amostras dos lotes e, caso seja confirmada a irregularidade, o lote do produto fica definitivamente fora do mercado.
Já a suspensão é definitiva até que a empresa regularize os produtos junto à Agência. A sua validade é imediata após divulgação no Diário Oficial da União.
As pessoas que já tiverem adquirido algum dos lotes ou produtos suspensos e interditados devem interromper o uso.
Confira, na tabela abaixo, todas as medidas publicadas no DOU:
A interdição cautelar é uma medida válida por 90 dias após a publicação no DOU. Durante esse tempo, os lotes interditados não podem ser comercializados e nem consumidos. Este é o prazo para que possam ser feitas contraprovas nas amostras dos lotes e, caso seja confirmada a irregularidade, o lote do produto fica definitivamente fora do mercado.
Já a suspensão é definitiva até que a empresa regularize os produtos junto à Agência. A sua validade é imediata após divulgação no Diário Oficial da União.
As pessoas que já tiverem adquirido algum dos lotes ou produtos suspensos e interditados devem interromper o uso.
Confira, na tabela abaixo, todas as medidas publicadas no DOU:
Medida
|
Produto
|
Empresa
|
Motivo
|
Suspensão da fabricação, comércio e uso RE Nº 1 em todo o país.
|
Todos os lotes do produto Algobom Algodão Hidrófilo Hospitalar.
|
Brastex Indústria e Comércio de Produtos Texteis Ltda.
|
O produto não possui cadastro junto à Anvisa.
|
Suspensão da fabricação, divulgação, comércio e uso RE Nº 19 em todo o país.
|
Todos os lotes do medicamentoPronenen(Palmitato de Retinol+ Colecalciferol + Óxido de Zinco) pomada dermatológica.
| Ciafarma Científica Farmacêutica Ltda. |
O medicamento teve o registro cancelado pela Anvisa em 02/05/2011.
|
Suspensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 20 em todo o país.
|
Lotes 74FB0176-1, 74FB0176-2 e 74FB176-3 do produto Glicose 5% 500ml, solução injetável.
| Fresenius Kabi Brasil Ltda. |
O produto apresentou resultado insatisfatório no ensaio de Endotoxina Bacteriana.
|
Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE Nº 21 em todo o país.
|
Lotes Z0066, Z0067, Z0068, Z0069,Z0070, Z0071, Z0072, Z0073, Z0074, Z0075, Z0076, Z0077, Z0078, Z0080, Z0083, Z0084, Z0085, Z0086, Z0087, Z0088, Z0089, Z0090, Z0091, Z0092, Z0093, Z0094, Z0095B, Z0097, Z0098, Z0099 e Z0100 do medicamento Tofranil 25mg (cloridrato de impramina) drágeas.
|
Novartis Biociências S.A.
|
O produto estava sendo
comercializado com prazo de validade de 48 meses, quando o permitido é de apenas 24 meses. Além disso, apresentou resultado acima dos valores de especificação para o produto de degradação G22358.
|
Interdição cautelarRE Nº 22 em todo o país.
|
Lote 16 do produto defrizante Modelador com termo protetor- Bálsamo da marca Soft Hair.
|
Elza Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda.
|
O produto apresentou resultado acima do permitido na contagem total de mesófilos.
|
Suspensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 23 em todo o país.
|
Máscara seladora Elegance 1kg, Escova Inteligente Evolution Hair, Máscara seladora Elegance Evolution Hair 1kg.
|
Elegance Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda.
|
A empresa não possui Autorização de Funcionamento e seus produtos não possuem registro.
|
Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE Nº 24 em todo o país.
|
Máscara seladora Lisotrat, Escova progressiva Lisotrat e Shampoo Anti-resíduo Lisotrat.
|
Fios e Forma Ltda.
|
A empresa não possui Autorização de Funcionamento e seus produtos não possuem registro.
|
Suspensão da fabricação, comércio e uso RE Nº 25 em todo o país.
|
Óleo de Menta Promel.
|
Promel Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda.
|
O produto não possui registro na Anvisa.
|
Suspensão da fabricação, comércio e uso RE Nº 26 em todo o país.
|
Sene, Sucupira e qualquer outro produto sob vigilância sanitária.
|
Cristiano Couto Benevides Barueri Ltda.
|
A empresa não possui Autorização de Funcionamento e seus produtos não possuem registro.
|
Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE Nº 27 em todo o país.
|
Caralluma, Pholiamagra, Chá do Amanhecer e qualquer outro produto sob vigilância sanitária.
|
Oliveira Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda.
|
A empresa não possui Autorização de Funcionamento e seus produtos não possuem registro.
|
Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE Nº 28 em todo o país.
|
Produtos saneantes Clear- embalagem plástica 5l Vitória, Cloro especial- embalagem plástica 5l Vitória e Alvejante à base de cloro 2,5- embalagem plástica 5l Vitória.
|
Inprosan Indústria de Cosméticos de Produtos Saneantes Ltda.
|
Os produtos não possuem registro na Agência.
|
Suspensão da divulgação, distribuição, comércio e uso RE Nº 29 em todo o país.
|
Todos os lotes do produto Milk Age sabonete íntimo Knut.
|
Magistris do Brasil Laboratório Dermocosmético Ltda.
|
O produto não possui registro na Agência.
|
Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE Nº 30 em todo o país.
|
Chá Vermelho e qualquer outro produto sujeito à vigilância sanitária.
|
Saude Nutri Produtos Naturais Ltda.
|
A empresa não possui Autorização de Funcionamento e seus produtos não possuem registro.
|
Interdição CautelarRE Nº 31 em todo o país.
|
Lotes 301244 e 241246 do produto Água Sanitária Tá Limpo.
|
Talimpo Indústria e Comércio de Produtos de Limpeza Ltda.
|
Os lotes apresentaram resultado insatisfatório nos ensaios de Embalagem Primária, Rotulagem Primária e determinação do teor de Cloro Ativo.
|
Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE Nº 32 em todo o país.
|
Máscara reconstrutora soladora 4 em 1 e Tratamento Inteligente anti-volume Line Movie X.
|
Evase Indústria e Comércio de Cosmético Ltda.
|
A empresa não possui Autorização de Funcionamento e seus produtos não possuem registro.
|
Abraço!
Viviane
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Novas turmas para os cursos Racine
Novas turmas para os cursos intensivo de Alimentação Escolar e Personal Diet.
Início agora em janeiro!
Novo ano...Novas Diretrizes!
Para começar o ano com boa leitura.
Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
Para quem gosta e atua com atletas...
http://publicacoes.cardiol.br/consenso/2013/Diretriz_Esporte.asp
Gorduras e Doenças cardiovasculares
http://publicacoes.cardiol.br/consenso/2013/Diretriz_Gordura.asp
Boa leitura!!!
E quem quiser começar a discussão, vamos lá!
Abraço
Assinar:
Comentários (Atom)



